Novidades

Umbra / sobre nós

Espaço, a última fronteira… diário do capitão…

UMBRA é uma entidade alienígena, muito cá de casa, deste planeta Terra. É uma entidade visual e um repositório de memórias, persegue o futuro, mas canibaliza um passado recente. Na sua extensão física, ramificação cibernética em corrente de fluidos processados de celulose e tinta de offset, a Antologia de Banda Desenhada com o nome da editora, UMBRA, apresentou-se com um editorial a partir da sua segunda encarnação, em formato de diário gravado. Estão a ver o capitão Kirk no início de cada episódio da série Star Trek… espaço, a última fronteira… diário do capitão…? Agora em 2023, voltei ao Festival de Angoulême, desta feita com a exposição central à volta de Philippe Druillet, uma das estrelas da revista Métal Hurlant, nos anos 70 e 80. Reparem no título da nossa exposição colectiva, na Bedeteca da Amadora: UMBRA #4 – Zona de Visitação, patente até ao fim de Setembro. Esse título é retirado de uma obra que foi adaptada ao cinema: Stalker, de Tarkovsky. A ponte está lançada, entre os anos 50 e os anos 80, estes últimos os da minha juventude. A viagem é de 30 anos, que vão da EC até à Métal Hurlant. Depois são outros 30, dos anos 80 à actualidade, com muita televisão e leituras de comics pelo meio. Não faltaram as aventuras de um miúdo e do seu grupo de pequenos investigadores de ovnis e casos misteriosos, com algum grau de sistematização da informação recolhida. O teenager de 1980 não sacava do bolso de um smart phone para relembrar alguma coisa numa pesquisa no Google. “Googlávamos” antes com uma verificação agendada: “Vou a casa consultar um livro ou uma enciclopédia”. Os encontros eram marcados com dias de antecedência, ou através de uma chamada pelo único tipo de telefone existente, daqueles agarrados a uma parede por um fio. Visitamos, revisitamos o futuro, vasculhando no passado, no que chamo “arquivos”. Isso, as histórias são ficheiros de arquivos secretos. As memórias estão impressas em bases analógicas, as únicas. Negativos quase estragados, impressos e manuscritos, notas, flyers e catálogos de exposições, fanzines, objectos já obsoletos. Na revista no. 1, tínhamos separadores com imagens de cronómetros, cassetes, disquetes de computador, máquinas fotográficas de rolo. Voltando ao nome, 4.0, por ser a quarta edição da antologia, o que dá uma por ano, em traços largos. Tem sido possível manter a ideia, a partir do terceiro número, com o recurso ao crowdfunding. Decidi experimentar e a aposta foi ganha também para esta edição. Porquê? A UMBRA implantou-se no meio e conquistou um público que se fidelizou, que quer ver mais. Ultrapassámos a geografia nacional, com autores já reincidentes, Simon Roy (Canadá), e outros novos como James Romberger e Réza Benhadj. E sem desvelar o futuro, que é ouro para nós, mais surpresas virão.

UMBRA – o editor,
Autor: Filipe Abranches
(editorial da UMBRA #4)

Sobre nós

Espaço, a última fronteira... diário do capitão... UMBRA é uma entidade alienígena, muito cá de casa, deste planeta Terra. É uma entidade visual e um repositório de memórias, persegue o futuro, mas canibaliza um passado recente. Na sua extensão física, ramificação cibernética em corrente de fluidos processados de celulose e tinta de offset, a [...]

Umbra / diário do capitão…

UMBRA 4.0 // ZONA DE VISITAÇÃO
Ц Щ Б RД 4.0 // ꙀОПД DE ѴІꙀІЋДҀѬѲ

UMBRA é uma entidade alienígena, muito cá de casa, deste planeta Terra. É uma entidade visual e um repositório de memórias, persegue o futuro, mas canibaliza um passado recente. Na sua extensão física, ramificação cibernética em corrente de fluidos processados de celulose e tinta de offset, a Antologia de Banda Desenhada com o nome da editora, UMBRA, apresenta-se com um editorial a partir da sua segunda encarnação, em formato de diário gravado. Estão a ver o capitão Kirk no início de cada episódio da série Star Trek… espaço, a última fronteira… diário do capitão…? Neste Nº2 fazia-se pois a nossa apresentação formal do projecto, ausente da Nº1. Falava-se das inspirações ou referências que espoletaram a ideia deste projecto. No topo dessas alusões, a EC comics americana, com as suas séries temáticas sempre a rondar a ficção-científica, o terror ou a distopia. A minha ideia inicial era a de editar uma revista, um periódico. Abri uma discussão entre colaboradores e amigos até chegarmos a um formato de antologia, mais consentâneo com as exigências editoriais actuais e a um nome. Entre os autores dessa EC (Entertaining Comics), Wallace “Wally” Wood. Eu referia a sua exposição antológica impactante que visitei em Angoulême em fins de Janeiro de 2020. No editorial do número seguinte, o tema era a pandemia e as dificuldades que os anos de 2020 e 2021 atravessaram, o impacto que teve no mundo editorial mas não só. Essa pandemia, que nos é tão querida, enquanto temática por excelência do nosso catálogo de maleitas, bem entendido, ainda anda por aí, mas foi um pré-aviso. A seguir veio a guerra, às portas da Europa. Acalmem-se, as pragas bíblicas são sete, muito está ainda por vir.

Agora em 2023, voltei ao Festival de Angoulême, desta feita com a exposição central à volta de Philippe Druillet, uma das estrelas da revista Métal Hurlant, nos anos 70 e 80. Reparem no título desta nossa exposição, vindo da mente de Pedro Moura, nosso colaborador incansável, título esse retirado de uma obra que foi adaptada ao cinema: Stalker, de Tarkovsky. A ponte está lançada, entre os anos 50 e os anos 80, estes últimos os da minha juventude. A viagem é de 30 anos, que vão da EC até à Métal Hurlant. Depois são outros 30, dos anos 80 à actualidade, com muita televisão e leituras de comics pelo meio. Não faltaram as aventuras de um miúdo e do seu grupo de pequenos investigadores de ovnis e casos misteriosos, com algum grau de sistematização da informação recolhida. O teenager de 1980 não sacava do bolso de um smart phone para relembrar alguma coisa numa pesquisa no Google. “Googlávamos” antes com uma verificação agendada: “Vou a casa consultar um livro ou uma enciclopédia”. Os encontros eram marcados com dias de antecedência, ou através de uma chamada pelo único tipo de telefone existente, daqueles agarrados a uma parede por um fio. Visitamos, revisitamos o futuro, vasculhando no passado, no que chamo “arquivos”. Isso, as histórias são ficheiros de arquivos secretos. As memórias estão impressas em bases analógicas, as únicas. Negativos quase estragados, impressos e manuscritos, notas, flyers e catálogos de exposições, fanzines, objectos já obsoletos. Na revista Nº1, tínhamos separadores com imagens de cronómetros, cassetes, disquetes de computador, máquinas fotográficas de rolo.

A exposição presente é uma “revista” do que de melhor fizemos, com a obrigação de mostrar todos os autores que participaram até hoje no projecto. Nesse sentido muito nos apraz o convite feito pela parceria da Booktailors com a Bedeteca da Amadora, através da CMA (Câmara Municipal da Amadora). Voltando ao nome, 4.0 por ser a quarta edição da antologia, o que dá uma por ano, em traços largos. Tem sido possível manter a ideia, a partir do terceiro número, com o recurso ao crowdfunding. Decidi experimentar e a aposta foi ganha também para a última edição. Porquê? A UMBRA implantou-se no meio e conquistou um público que se fidelizou, que quer ver mais. Patente nesta mostra, o leque e variedade de linguagens e abordagens narrativas, que já ultrapassa a geografia nacional, com autores já reincidentes, Simon Roy (Canadá), e novos como James Romberger e Réza Benhadj. E sem desvelar o futuro, que é ouro para nós, mais surpresas virão.

Queria ainda referir um momento alto para mim nesta caminhada. Acontece na Nº2 com Os Pesadões, uma história nunca antes publicada de Fernando Relvas, um dos meus primeiros ídolos da banda desenhada portuguesa, e cultor de ficção científica nos anos 1980. De certa forma, “la boucle est bouclé”, o retorno àqueles anos de “chumbo”, os meus 80s.

Esta exposição é para todos vós, e, como já tenho dito, para os autores também, pois sem eles não haveria amanhã, que é o que nos move aqui.

Autor: Filipe Abranches
(texto da brochura da exposição UMBRA 4.0 – 2023)

(texto da brochura da exposição UMBRA 4.0 - 2023)

Antologia de BD

A Umbra surge pela primeira no Festival Internacional de BD da Amadora de 2019, com o seu primeiro número. “Umbra”, tal como o nome da própria editora. Apresenta-se numa revista de 112 páginas, com lombada, a preto e branco, cinco histórias curtas, auto-conclusivas em formato 19x27cm. Pretende ser uma Antologia, anual, reunindo autores portugueses e estrangeiros. Até agora já se editaram quatro volumes. Tem versado os universos da ficção científica, distopia futurista, ficção weird, podendo ainda cruzar-se com o policial e a fantasia. De momento é a única revista do género em Portugal, tendo entrado recentemente no mercado brasileiro, numa aposta além fronteiras.

Produtos

Campanhas

Pequena descrição sobre as campanhas Umbra

Pré-Vendas

Campanhas

Conteúdo em pré-venda

Crowdfunding

Campanha

Crowdfunding

Parceiros e Colaboradores

Campanha

Conteúdo em pré-venda

Autores

Pequena descrição sobre a montra (ficha técnica) dos autores

Arquivos X

[conteúdo a inserir]

Blog X

O Blog X é o espaço da discussão e do fórum, um domínio feito com contributos externos à editora. Aqui teremos a participação de intervenientes das áreas da ficção científica, dos livros, do colecionismo, escritores, investigadores, coletivos variados, bloggers, etc., através de artigos inéditos ou adaptados para este site. No fórum, tentaremos criar numa plataforma dedicada, grupos de discussões dinâmicas e abertas, sobre BD e géneros afetos à UMBRA.

Webcomics

Parceiros